INMETRO: 005257/2015
Proteger o patrimônio e
Salvar vidas é a nossa missão !
CREA-SP: 1976456-SP
Por MSc Eng. Civil e Especialista em Segurança Contra Incêndio e Estruturas Eduardo Henrique Martins
Uma revolução inevitável — e tecnicamente desafiadora
A eletrificação da mobilidade deixou de ser tendência para se tornar realidade consolidada. Em São Paulo, esse movimento ganhou força com a promulgação da Lei Estadual nº 18.403/2026, que assegura ao condômino o direito de instalar carregadores de veículos elétricos (SAVE) em vagas privativas. Em paralelo, a atualização da Instrução Técnica nº 41 (IT‑41) pelo Corpo de Bombeiros introduziu novas exigências para a segurança dessas instalações.
Sob a ótica da engenharia, esse avanço é desejável, mas exige uma leitura técnica rigorosa: o direito de instalar não elimina o risco físico introduzido na edificação; apenas o subordina à necessidade de projetos, análises e medidas de mitigação adequadas.
A eletrificação das garagens não é uma simples “modernização elétrica”. Trata‑se da introdução de um novo vetor de risco, com comportamento diferente e impacto simultâneo sobre:
- a segurança contra incêndio,
- o comportamento estrutural,
- a integridade das instalações prediais,
- e a gestão de emergências, além do aumento da demanda elétrica do prédio. Ignorar essa interdependência é o principal erro que vem sendo cometido em muitos empreendimentos residenciais e comerciais.
Direito jurídico vs. realidade física
A legislação garante o direito, mas condiciona sua aplicação à viabilidade técnica.
- Direito: instalação em vaga privativa.
- Condição: conformidade com as normas técnicas e a preservação da segurança da edificação.
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A utilização de aquecedores no inverno, é muito bom para esquentar e manter-se confortável dentro de casa ou até no trabalho, mas devemos seguir algumas dicas básicas para diminuir o risco de acidentes como incêndios ou mortes súbitas por falta de oxigênio no ambiente.
Para aquecer ambientes internos sua utilização não dispensa cuidados, como manter uma ventilação adequada e um duto de saída dos gases oriundos da combustão para fora do ambiente fechado, evitando a contaminação por monóxido de carbono.
Os aquecedores comumente encontrados no mercado são os a gás, álcool, elétricos, a óleo ou além, é claro, daqueles que utilizam lenha para produção de calor.
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Quando o assunto é prevenção e combate a incêndios, existem diversos equipamentos que podem auxiliar. O hidrante é um deles, pois se trata de um sistema de segurança que é muito comum em prédios, ambientes comerciais, industriais e até mesmo nas ruas.
Ele é utilizado, principalmente, pelos brigadistas, bombeiros civis e militares até que a operação seja assumida pelo Corpo de Bombeiros. O hidrante tem um sistema fixo, pois é preciso uma boa reserva técnica de água e, da mesma maneira, tubulações para que ela seja escoada com facilidade.
Vamos entender mais sobre o assunto? Continue conosco!
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O que não fazer
A porta corta-fogo é um item planejado para ganhar tempo em casos de incêndio, elas bloqueiam o fogo, calor e a fumaça, permitindo que os moradores do local saiam em segurança. Por isso, eles jamais devem:
O que pode fazer
Agora alguns exemplos que devem ser seguidos:
Estar seguro dentro da própria casa é primordial. Acidentes com fogo dentro das residências são mais comuns do que a gente imagina e são causados por pequenos deslizes que podemos cometer sem nos darmos conta.
Por exemplo, você tem botijão de gás dentro de casa? Parece inofensivo, mas se você não cuidar, pode causar um acidente dentro de casa.
Confira algumas recomendações fundamentais para evitar acidentes com botijão de gás: Clique aqui e leia a matéria completa